Mostrando postagens com marcador descuido. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador descuido. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Como podemos diminuir a poluição marítima no Rio de Janeiro?

Apesar do Rio ter e estar envolvido em projetos para conscientização e controle da poluição marinha isso não se compara ao que é feito mundo afora. Nossa cidade pode começar integrando alguns sistemas e tecnologias mais baratos e, com o tempo, investir para ter controle total da poluição marítima que é um mal que assola não só a nossa cidade.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A história por trás da poluição marítima/lacustre no Rio de Janeiro

“Já se sabe que as poluições marítima e lacustre são males que assolam o Rio de Janeiro, mas o que nem todos sabem é que isso não vem de hoje. Esse problema já vem desde a época em que o Brasil era colônia.
Como os primeiros portugueses vieram com a mentalidade de que o Brasil não era nada mais do que um local de onde extrair recursos, não havia grandes cuidados com os males que a extração desenfreada desses recursos causaria nem com os problemas que a estadia dessas pessoas que ainda não tinham um sistema de esgoto desenvolvido causaria.

Poluição Marítima e Lacustre.

“ Poluição Marinha é a introdução pelo homem no meio marinho incluindo estuários, direta ou indiretamente, de substâncias ou energias que podem ocasionar efeitos maléficos, tais como danos nos recursos biológicos e por conseguinte na saúde humana, no comprometimento das atividades marítimas, incluindo a pesca e na diminuição na qualidade da água do mar do ponto de vista de sua utilização”

domingo, 7 de julho de 2013

Coleta Seletiva e Pesagem no GAU Unidade Penha.

Na quinta-feira (04/07/13) a equipe m.o.a.b. foi até o a Unidade Penha do Sistema GAU de Ensino para fazer a separação e pesagem do lixo.
O "palco" da coleta.

Depois de duas horas e meia de trabalho, já que boa parte do lixo não estava na lixeira correta, esses foram os resultados:
Valores em quilos.

40,40% do lixo era composta de papel (em grande parte molhado, o que contribuiu para o peso) que pode ser transformado em papel reciclável.  32,10% era de plástico (que pensávamos que teria em maior quantidade) que pode ser triturados e tranformados em fios para ser utilizado novamente. Já 23,25% era orgânico (comida e folhas em grande parte) e, por fim, 4,25% era de metal.

Começamos aos poucos...

...e fomos separando...
...até a pesagem.

-Matheus B. Pinheiro
-Imagens por: Matheus Pinheiro, Letícia Queiroz e Mariana Souza.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Linfen, a cidade mais poluída do mundo.

 Todo mundo (ou quase todo mundo) sabe que fumar faz mal, mas imagine como seria viver em um lugar onde passar um dia respirando o ar dele equivale a fumar de 2 a 3 maços de cigarro. Esse lugar existe, e se chama Linfen. Localizada na província de Shanxi, na China, Linfen era considerada a “cidade moderna das frutas e das flores” até 1978, quando começou a desenvolver o centro industrial para mineração de carvão. Desde então a qualidade do ambiente, do ar e da saúde vem caindo seriamente, acabando com o título de “vilarejo verde” e garantindo o de “cidade mais poluída do mundo”.
 Uma visão que já assusta por si só.

 Em 2006 foi considerada uma das cidades mais sujas do mundo pelo Blacksmith Institute (organização internacional sem fins lucrativos que se dedica à despoluição do mundo em desenvolvimento) e, desde que registrou seu ponto de qualidade de vida mais baixo em 2004, quando tinha 15 dias no ano com níveis de poluição do ar aceitáveis, esforços foram feitos para tentar mudar a situação da cidade. Minas fora dos padrões foram fechadas, caminhões de carvão foram proibidos de entrar na cidade, o carvão foi substituído por gás natural em grande escala e as indústria pequenas e pouco eficientes foram fechadas.
 O preço a pagar pelo desenvolvimento pode ser alto demais ás vezes. (http://www.ideastream.org/news/npr/156490977)

 Podemos chegar facilmente a conclusão de que Linfen é um exemplo para nunca ser seguido. Apesar da cidade estar se recuperando ela ainda garante seu título de “cidade mais poluída do mundo” mas há esperança de que a situação mude. Até então devemos nos esforçar para que não venham a existir outras “Linfens” e para que possamos conciliar o desenvolvimento e a qualidade de vida.

-Matheus B. Pinheiro

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Cerca de 168 Maracanãs de puro descuido

Faltando pouco mais de um ano para o fim do prazo dado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos para o fim dos lixões no Brasil, 3 mil cidades (54% do total), incluindo as capitais Belém e Brasília, ainda enviam resíduos para destinos inadequados. São quase 24 milhões de toneladas despejadas em condições impróprias por ano, o equivalente a 168 estádios do Maracanã lotados de lixo. Os dados são do ano passado e fazem parte do Panorama dos Resíduos Sólidos produzido anualmente pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza e Resíduos Especiais (Abrelpe). A 10.ª edição do relatório, que será divulgada hoje, mostra que o cenário apresentou alguma melhora ao longo da década, mas muito lentamente, o que indica que vai ser impossível cumprir a legislação na data prevista. Em agosto de 2014, municípios em condições irregulares podem ser enquadrados na Lei de Crimes Ambientais. Em 2003, primeiro ano do levantamento, do total de resíduos coletados no País, 59,51% iam para lixões ou aterros sem tratamento de chorume e controle de gases e apenas 40,49% seguiam para aterros sanitários. Em 2012, a proporção se inverteu: 58% tiveram destino adequado e 42%, inadequado. O problema é que o quadro tem se mantido constante desde 2011. “Pela proximidade do prazo estabelecido pela lei (em 2010), esperávamos ver um avanço, mas a situação se estagnou. Por outro lado, há uma tendência de aumento, ano a ano, do volume de resíduos produzidos pelos brasileiros”, afirma Carlos Silva Filho, diretor executivo da Abrelpe. Geração de resíduos. A produção per capita subiu de 381,6 kg por ano em 2011 para 383 kg por ano no ano passado. Ao longo dos dez anos de levantamento, a geração de resíduos do País cresceu 21%. “Não por coincidência, o PIB per capita também variou 20,8% nesse período. Enquanto a população só cresceu 9,65%. Mais riqueza traz mais consumo de embalagem e também mais desperdício de alimento.” Como vem ocorrendo nos últimos anos, o Estado de São Paulo liderou a geração de resíduos. No ano passado, cada habitante produziu 1,393 kg/dia, contra 1,228 kg/dia no País. Fonte: O Estado de São Paulo